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O que é Gestão do Conhecimento?

7 de dezembro de 2016

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Nascida do termo inglês Knowledge Management (KM), a Gestão do Conhecimento é uma área de atuação multidisciplinar que envolve diversas outras correlacionadas, entre elas a gestão estratégica, teoria das organizações e sistemas de informação. Ela promove, então, o compartilhamento e a administração de todo o ativo existente na empresa, esteja ele em banco de dados, procedimentos, documentos ou com os próprios colaboradores.

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O que são esses ativos?

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Os ativos trabalhados pela Gestão do Conhecimento são os próprios conhecimentos existentes na empresa. Eles são intangíveis, ou seja, estão no campo das ideias. Eles ainda podem ser tácitos ou explícitos. O conhecimento tácito é aquele que está presente nas pessoas e foi adquirido através de prática, experiências e vivências – é o conhecimento teórico posto em prática. O conhecimento explícito é aquele que pode ser ensinado e é esse o maior desafio das empresas: pegar o conhecimento tácito de cada um e torná-lo disponível para todos os outros.

A grande vantagem de trabalhar ativos intangíveis é que eles não se perdem quando compartilhados. Muito pelo contrário, apenas crescem e se agregam.

De onde surgiu a Gestão do Conhecimento?

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O conceito de Gestão do Conhecimento surgiu no começo dos anos 90, segundo o teórico Karl Sveiby, e não é apenas uma questão de eficiência operacional, mas sim de estratégia empresarial. Segundo o autor, três países tiveram experiências que ajudaram a fomentar o desenvolvimento da área: os Estados Unidos, ao observar que seus sistemas se tornavam obsoletos com poucos meses e era necessário avaliar o contexto do conhecimento na condução dos negócios; o Japão, com a preocupação com a inovação e com o próprio conhecimento; e a Suécia, com as reflexões sobre medições estratégicas que levaram ao pensamento de estratégias com base na competência.

A partir daí, então, estudiosos e profissionais começaram a pensar a Gestão do Conhecimento como estratégia para a competitividade. Assim, diversos fatores das empresas passaram a ser trabalhados sob o ponto de vista de geração e disseminação do conhecimento existente.

Quais as características da Gestão do Conhecimento?

Apesar de serem a matéria-prima da Gestão do Conhecimento, os esforços dessa área não são somente sobre os ativos. Não é apenas gerir conhecimento, mas também observar e trabalhar todos os processos que atuam sobre ele. Portanto, um profissional que atue com Gestão do Conhecimento precisa aprimorar e estabelecer processos que permitam gerar, preservar, utilizar e compartilhar os ativos que existem na empresa. Tudo isso com o fim de atingir os objetivos propostos pela organização.

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Como o conhecimento só aumenta quando compartilhado, também é de suma importância que ele flua pela empresa. O ambiente deve ser favorável para a troca de informações, além de encorajador para que todos possam socializar e produzir ainda mais conhecimento.

 

Por que é importante?

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Com a Gestão do Conhecimento é possível fazer a diferenciação da sua empresa no mercado. Nenhuma outra terá os mesmos ativos que a sua, portanto os processos, ideias e inovações criados na organização serão únicos. Isso pode aumentar a eficácia dos processos, melhorar os resultados e, principalmente, gerar competitividade no mercado.

Ao invés de buscar apenas informações externas, que podem não ser as mais confiáveis e aplicáveis para o seu caso, a Gestão do Conhecimento prevê a organização do que já existe dentro da própria empresa, a filtragem do que pode ser usado e a lapidagem do que há de melhor.

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