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Análise SWOT – um instrumento poderoso do planejamento estratégico

30 de abril de 2014

Análise SWOT - um instrumento poderoso do planejamento estratégico

Todo empresário bem sucedido domina o SWOT; o termo tem origem em inglês e não foi traduzido, mas suas siglas representam forças (Strengths) e fraquezas (Weaknesses) e oportunidades (Oportunities) e ameaças (Threats). Além disso, o SWOT se divide na implementação dos pontos descritos em sua sigla: temos as Forças e Fraquezas estudadas no Ambiente Interno da empresa, enquanto Oportunidades e Ameaças pedem por uma atenção mais externa.

Ambiente Interno: como mencionado anteriormente, é nele que podemos identificar os pontos fortes e fracos da nossa empresa; é importante conhecer e dominar ambos para evitar surpresas e imprevistos financeiros.

Forças:

  • Boa imagem;
  • Qualidade do produto;
  • Baixo custo;
  • Parcerias;
  • Distribuição adequada e eficiente;
  • Liderança de mercado;
  • Competência;
  • Tecnologia própria.

Fraquezas:

  • Falta de direção ou estratégia;
  • Pouco investimento em inovação;
  • Distribuição limitada;
  • Alto custo;
  • Problemas operacionais;
  • Falta de experiência da administração;
  • Falta de formação dos funcionários.

Ambiente Externo: um estudo detalhado da concorrência e das oportunidades do mercado são uma ótima maneira de manter sua empresa atualizada e sempre à frente dos concorrentes, destacando-se em sua área de atuação.

Oportunidades

  • Crescimento de mercado;
  • Abertura estrangeira;
  • Novas tecnologias e usos do produto;
  • Concorrente com dificuldades;
  • Novos métodos de distribuição.

Ameaças

  • Recessão;
  • Nova tecnologia que a sua empresa não domina;
  • Barreiras com comércio exterior;
  • Novas estratégias dos concorrentes;
  • Aumento da regulamentação acerca do seu produto;
  • Desempenho negativo das empresas associadas.

 

Para compreendermos como o SWOT pode ser sinônimo de um bom planejamento estratégico, precisamos parar e nos fazer a seguinte pergunta:

Como vencer em cada área que seu negócio pretende atuar?

Para se atingir uma resposta clara a essa questão, é necessário questionar-se ainda mais. Afinal, o sucesso está reservado a quem sabe fazer perguntas corretas, não somente a quem conhece as respostas.

 

  • Qual o caminho e a orientação da concorrência?

Anote tudo. Cada movimento de mercado deve ser observado e analisado para que se tenha em mãos tudo o que acontece com sua empresa e seja possível evitar sustos financeiros mais tarde – ou ao menos descobrir sua origem e evitar que se repitam no futuro.

 

  • Quais são as iniciativas dos concorrentes e como reagir a elas?

Se seu concorrente está descobrindo novos usos do produto, ou fazendo promoções, ou produzindo a um custo menor, estude maneiras de elevar sua marca a um patamar superior.

 

  • Como desenvolver meu negócio?

Lembre-se: desenvolvimento é diferente de crescimento. Não basta crescer sem saber o que fazer com isso. Crescimento, um dia chega ao auge, desenvolvimento está em constante transformação; para que se possa “desenvolver” seu negócio, é preciso estar sempre atento a concorrência e estudando maneiras de se posicionar no mercado.

 

  • Qual a melhor posição a ser adotada em longo prazo?

Acredite. Às vezes, ser líder de mercado não é a posição mais vantajosa para seu negócio. Existem empresas que procuram sempre estar em segundo ou terceiro lugar porque essa posição atende às suas capacidades de compras, vendas e estoque. Se você não conhece bem seu controle financeiro, você não obterá êxito nesta questão.

 

A hora da tomada de decisões

Com um bom planejamento estratégico o sucesso é consequencia

Ao se planejar uma empresa de A a Z, é possível superar com tranquilidade as adversidades, realizando com certa facilidade suas metas e, consequentemente, tendo sucesso em sua área de atuação

 

A hierarquia na tomada de decisão deve ser sempre respeitada. A diretoria deve traçar um plano estratégico e explica-lo aos departamentos, ou à gerência. Este setor é encarregado de transformar a ideia em algo prático , ou seja, eles elaboram o plano funcional. E finalmente as secções executarão a parte operacional, que produzirá um resultado.

O resultado deve ser controlado pela gerência. E todos os desdobramentos relatados à diretoria que irá analisar as metas do negócio e, caso não se esteja atingindo o resultado esperado, buscar reorganizar-se por meio de:

1)Uma análise melhor da declaração de Missão e Visão do negócio.

Missão é a razão de ser da empresa, ou seja, ela se propõe a fazer o quê para quem?
Visão é o futuro almejado. Aonde a empresa quer chegar?

2) Formulação de Metas e Objetivos e estratégicas para alcança-los

Repensar metas e objetivos coincidentes com sua empresa e o mercado atual; de nada adianta dar um passo maior do que a perna, mesmo que a longo prazo.

3) Implementação

Procure uma maneira de viabilizar suas ideias e estude a melhor maneira de implantá-las em sua empresa.

4) Análise de Feedback e Controle

Após terem sido feitos estudos, análises e a implementação de uma nova ideia e objetivo, analise o retorno que essa nova identidade promoveu a sua empresa e acompanhe eventuais alterações.

Quando você conhece a sua empresa a fundo, você pode evitar problemas e criar soluções mais eficientes e rápidas. Invista na sua gestão empresarial. Uma empresa que tem todas as questões propostas respondidas, não terá problemas em seguir no caminho certo.

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